Várias atividades alusivas à data estão agendadas para a semana que vem em Piracicaba

Uma série de atividades estão marcadas para a semana de 7 de setembro em Piracicaba como parte das comemorações relativas à Independência do Brasil. O diretor-orador do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP), o professor de História Armando Alexandre dos Santos participará, em nome da entidade, de pelo menos dois eventos para tratar do tema e suas interfaces com outros movimentos nacionais.
Ele será entrevistado na terça-feira (31/08) pelo jornalista Marcelo Bandeira, na TV Câmara, para matéria que irá ao ar na sexta-feira (10/09) — Canal do Legislativo piracicabano, no programa Câmara com Vida; no dia 01 de setembro vai também responder perguntas sobre o mesmo assunto durante live organizada pelo vereador Pedro Kawai, que será realizada no dia 01 de setembro, às 19 horas, pelo Instagram. No dia 7 de setembro, em frente ao prédio da Prefeitura de Piracicaba, pela manhã, Armando terá a oportunidade de tocar em pontos relevantes sobre o momento histórico em uma breve apresentação durante ato oficial do Executivo alusivo à data.
“O 7 de setembro é uma referência para nós e deve ser comemorado. No entanto, o processo de independência é longo e não se esgota em apenas um dia. O Brasil lentamente foi se emancipando da Coroa Portuguesa mais ou menos como acontece com um adolescente que vai se transformando em adulto. O adulto, legalmente, é aquele que completou 18 anos. Até então ele está sujeito ao pátrio poder. Mas, o amadurecimento de uma criança não se dá no dia em que ele completa 18 anos. Começa muito antes e continua para muito depois. Assim também foi a independência do Brasil: um longo processo”, explica Armando.  

Em linha com Armando, o presidente do IHGP, Pedro Vicente Ometto Maurano, observa que as datas cívicas são relevantes para a formação cultural de uma sociedade, bem como para compor os valores que norteiam a vida pública. “O 7 de setembro é um marco histórico. Evidentemente não podemos analisá-lo como um momento estanque e conclusivo, mas sim como parte de um movimento nacional de construção da nossa identidade como nação. Um processo que se estende das origens do Brasil até aos dias atuais”.